A Fifa realiza nesta sexta-feira (5), em Washington, o sorteio que vai organizar os 12 grupos da Copa do Mundo de 2026. Pela primeira vez, o torneio terá 48 seleções, divididas em chaves com quatro países cada. A distribuição nos potes segue a classificação atual do ranking da entidade.

O Brasil está no pote 1, junto com as nove seleções mais bem colocadas do ranking. Além delas, México, Canadá e Estados Unidos — países-sede — também figuram entre os cabeças de chave e já têm posição garantida: o México lidera o grupo A, o Canadá o grupo B e os Estados Unidos o grupo D. Nos demais grupos, os cabeças de chave só serão conhecidos após o sorteio.
As vagas restantes do pote 4 serão preenchidas pelos seis times que chegarão via repescagem, marcada para março. Uma regra segue valendo: seleções da mesma confederação não podem cair no mesmo grupo, exceto as europeias, que podem ter até duas representantes por chave porque são 16 no total.
A Fifa já definiu a ordem de jogos dentro de cada grupo. No grupo D, por exemplo, os Estados Unidos estreiam contra um país do pote 3, depois enfrentam um do pote 2 e encerram a fase inicial diante de uma seleção do pote 4. Para Dunga, campeão do mundo em 1994, não tem segredo: “Para ser campeão do mundo não pode escolher adversário. Você tem que estar preparado. Você vai jogar com os melhores. Por menor que um país seja, 11 jogadores tem bom. Você tem que se preparar a altura”.
Ao todo, 32 seleções avançam para o mata-mata: os dois melhores de cada grupo e os oito terceiros mais bem colocados. O sorteio será conduzido pelo ex-zagueiro Rio Ferdinand, que disse ter “adorado acompanhar sorteios” quando era criança e garantiu que essa edição será especial. Nesta sexta (5) saem os grupos, a ordem das partidas e as datas. No sábado (6), a Fifa completa o quebra-cabeça informando locais e horários dos jogos. A caminhada é longa — mas o caminho começa a aparecer.










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