O Rio de Janeiro passou a ter, oficialmente, o título de maior réveillon do planeta. O reconhecimento foi concedido pelo Guinness World Records, que confirmou a presença de 2,5 milhões de pessoas na Praia de Copacabana durante a virada do ano.

A certificação foi anunciada nesta terça-feira (30) e entregue no palco principal da festa ao prefeito Eduardo Paes, consolidando a capital fluminense como referência mundial nas celebrações de Ano-Novo. Para validar o recorde, o Guinness levou em consideração critérios como o tamanho do público, a área ocupada pelo evento, a programação cultural e a relevância da festa para a cidade e para o país.
O réveillon de Copacabana é conhecido internacionalmente por transformar a orla em um grande espetáculo a céu aberto, com shows, diversidade cultural e a tradicional queima de fogos, atraindo turistas de todas as regiões do Brasil e do exterior.
Segundo a jurada Camila Borenstain, foi criada uma categoria inédita para a certificação, já que não existia um recorde específico para grandes festas de Ano-Novo.
“Criamos uma nova classificação após estudos sobre grandes celebrações ao redor do mundo. O patamar mínimo estabelecido era de 2 milhões de pessoas, mas a prefeitura conseguiu comprovar um público ainda maior, de 2,5 milhões”, afirmou.
O processo de validação incluiu documentos como dados da rede hoteleira, mapas da orla, cálculos de ocupação por metro quadrado e relatórios oficiais baseados no monitoramento das forças de segurança.
“Recebemos informações sobre a taxa de hospedagem na cidade, a planta da área utilizada na orla, o cálculo de pessoas por metro quadrado e relatórios oficiais baseados no monitoramento das forças de segurança”, explicou Camila.
Depoimentos de participantes e profissionais envolvidos na organização também fizeram parte da análise.
“Houve relatos de participantes e de profissionais envolvidos na montagem da estrutura, inclusive com base na experiência do réveillon anterior. Todas essas evidências foram fundamentais para a validação final do recorde”, concluiu.








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