SÃO PAULO (SP) — A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou o registro da 26ª morte por febre maculosa no estado durante o ano de 2026. O levantamento atualizado aponta que o território paulista já soma 28 diagnósticos confirmados da infecção, revelando um índice de mortalidade alarmante decorrente de complicações da doença.
Segundo as estatísticas epidemiológicas, a maior concentração de contaminações e mortes ocorre em municípios do interior do estado, em regiões de matas e rios.
Alerta Epidemiológico e Orientações de Prevenção
A febre maculosa é uma doença infecciosa febril aguda, transmitida pela picada do carrapato-estrela infectado pela bactéria do gênero Rickettsia. O aracnídeo é habitualmente encontrado em locais próximos a cursos d’água, áreas rurais, parques e regiões frequentadas por capivaras e cavalos.
Diante do avanço dos números, os órgãos estaduais de vigilância em saúde reforçam que pessoas que frequentaram áreas de vegetação ou contato com animais e apresentarem sintomas como febre alta de início súbito, dores no corpo, dor de cabeça e manchas avermelhadas na pele procurem atendimento médico imediato. O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento com antibióticos adequados são cruciais para evitar formas graves e fatais da enfermidade.









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