BRASÍLIA (DF) — A Justiça do Distrito Federal determinou a soltura da mãe do bebê de dois meses cujo corpo foi localizado carbonizado em uma região de mata na região administrativa de Samambaia. Enquanto a mulher obteve a concessão de liberdade provisória, o seu companheiro e pai do recém-nascido teve a prisão preventiva mantida pelo Poder Judiciário.
O crime, que gerou forte comoção pública no DF, segue sob apuração rigorosa pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Decisão Judicial e Medidas Cautelares
Durante a análise das custódias, o magistrado responsável pelo caso acolheu os argumentos da defesa técnica e do relatório preliminar da Polícia Civil, que apontaram a ausência de indícios suficientes de autoria ou coautoria direta da mãe na execução da morte ou no ateamento de fogo contra o recém-nascido. A investigada responderá aos trâmites do processo em liberdade, devendo cumprir medidas cautelares impostas pelo juízo.
Por outro lado, a prisão preventiva do pai foi ratificada em razão do risco de reiteração criminosa, gravidade concreta do ato e risco de interferência nas apurações policiais. Os laudos periciais do Instituto de Medicina Legal (IML) buscam esclarecer a causa exata da morte e se a criança ainda estava com vida antes de ter o corpo queimado.









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