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O avião presidencial que transportava Donald Trump precisou retornar à Base Aérea Conjunta Andrews, em Washington, na noite desta terça-feira, após a tripulação identificar um problema elétrico logo depois da decolagem. A informação foi confirmada pela Casa Branca.

Donald Trump, desembarca do Air Force One na Base Aérea Conjunta Andrews, Maryland. Imagem: Anna Moneymaker / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Donald Trump desembarca do Air Force One na Base Aérea Conjunta Andrews Maryland
Imagem Anna Moneymaker GETTY IMAGES NORTH AMERICA
Getty Images via AFP

Trump estava a bordo para participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Após o ocorrido, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou que o presidente seguiu viagem em outra aeronave. Segundo o comunicado oficial, “Após a decolagem, a tripulação do Air Force One identificou um pequeno problema elétrico.”

De acordo com a agência Reuters, o avião pousou em segurança por volta da 1h10 (horário de Brasília), sem registro de feridos.

Incidentes desse tipo envolvendo aeronaves presidenciais são considerados raros. Em 2011, o Air Force One abortou um pouso por causa do mau tempo enquanto transportava o então presidente Barack Obama. Já em 2012, o Air Force Two, que levava o vice-presidente Joe Biden, atingiu pássaros durante um voo na Califórnia, mas conseguiu pousar sem intercorrências.

O Fórum Econômico Mundial de 2026 ocorre em meio a tensões entre os Estados Unidos e a União Europeia. Temas como Groenlândia, além das crises em Gaza, Ucrânia, Irã e Venezuela, estão entre os assuntos centrais das discussões. Trump afirmou que tem várias reuniões previstas e disse que “as coisas vão se resolver muito bem”.

Durante o evento, o presidente da França, Emmanuel Macron, chamou atenção ao criticar, sem citar nomes, o que chamou de “ambições imperiais”. Segundo ele, o mundo caminha para um cenário “onde o direito internacional é pisoteado e onde a única lei que parece importar é a do mais forte”. Macron também declarou que a União Europeia não deve se submeter à “lei do mais forte” e defendeu o fortalecimento de alianças com países emergentes, além de mais investimentos da China em setores estratégicos.

Países da União Europeia avaliam uma possível retaliação tarifária de 93 bilhões de euros contra os Estados Unidos. O objetivo seria ganhar poder de barganha e evitar uma ruptura mais profunda na aliança militar ocidental durante as negociações em Davos.

Mariana Neves Barabás
Radialista recém formada em Rádio, TV e Internet pela Anhembi Morumbi. Apaixonada por comunicação e produção de conteúdo de qualidade.

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