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O bruxismo, transtorno caracterizado pelo ato involuntário de apertar ou ranger os dentes, tem se tornado um problema crescente no Brasil, afetando cerca de 40% da população. Essa condição, que está diretamente ligada ao estresse do cotidiano, tem preocupado dentistas e especialistas, principalmente pela falta de diagnóstico precoce, o que pode levar a complicações mais sérias para a saúde bucal.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o bruxismo atinge até 30% da população mundial, mas no Brasil, a prevalência é ainda maior, chegando a 40%. Embora muitas pessoas realizem esse movimento de maneira inconsciente, os sintomas podem ser bastante incômodos e incluem dores frequentes de cabeça, desconfortos na mandíbula e até dificuldades para dormir.

Foto do Freepik
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Em casos mais graves, o bruxismo pode levar ao desgaste dental, rachaduras nos dentes e problemas na articulação da mandíbula. O principal fator desencadeante dessa condição é o estresse, que tem se intensificado com as pressões do dia a dia. Para tratar o bruxismo, os dentistas geralmente recomendam o uso de placas de proteção para os dentes e a adoção de estratégias para redução do estresse, como a prática de atividades físicas, momentos de lazer e cuidados com a saúde mental.

Opinião:
O aumento do número de casos de bruxismo é um reflexo do estilo de vida acelerado e estressante que muitos enfrentam. Além de afetar a saúde bucal, esse transtorno também reflete a necessidade urgente de mais atenção ao bem-estar psicológico da população. Buscar formas de controlar o estresse deve ser uma prioridade para evitar que o bruxismo se torne uma preocupação ainda maior.

Fonte: sbt
Redação Diário do Povo – conteúdo verificado e adaptado.

Mariana Pontes
Jornalista , diretora de tv, co- apresentora de rádio . paraense, sempre ligada em notícias, nos momentos de lazer fico ao lado da família.

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