O Rio de Janeiro amanheceu vermelho e preto neste domingo, quando mais de 200 mil torcedores se reuniram no Centro da cidade para comemorar o quarto título do Flamengo na Libertadores. O elenco chegou com atraso por causa do desembarque no Aeroporto do Galeão, mas isso não diminuiu o clima de euforia após a vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras, em Lima.
A festa tomou conta das ruas com a passagem do trio elétrico que carregava jogadores, comissão técnica e até a taça — que, para surpresa geral, apareceu quebrada no topo. O pedaço danificado estava improvisado com fita adesiva, detalhe que acabou chamando atenção de quem acompanhava o desfile.

Embalados pela torcida, alguns atletas aproveitaram para provocar os rivais. O lateral Viña puxou o coro de “não tem Mundial” contra o Palmeiras, enquanto Gonzalo Plata direcionou sua zoação ao Vasco ao cantar: “isso aqui não é Vasco, isso aqui é Flamengo”. As provocações incendiaram ainda mais os rubro-negros que lotavam o trajeto.
O clima, no entanto, não foi só de comemoração. Duas confusões foram registradas. A primeira ocorreu perto do trio elétrico, momento em que Pedro precisou pedir calma no microfone. A situação mais séria aconteceu no fim da festa, quando policiais usaram cacetetes e, depois, bombas de gás lacrimogêneo para dispersar o público próximo ao ponto final do desfile.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 250 mil pessoas circularam pelo evento, número que pode aumentar nas próximas horas, já que a expectativa inicial era superar a marca de meio milhão de torcedores no Centro do Rio.










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