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O salva-vidas Guilherme da Guerra Domingos, de 24 anos, morreu após um grave acidente no parque aquático Wet’n Wild, em Itupeva, no interior de São Paulo. O caso aconteceu na terça-feira (13), quando o funcionário mergulhou em uma piscina da atração Water Bomb para tentar resgatar a aliança de um visitante.

Salva-vidas Guilherme da Guerra Domingos, de 24 anos, morreu no parque aquático Wet'n Wild, em Itupeva (SP), ao mergulhar para recuperar aliança de turista — Foto: Reprodução
Salva vidas Guilherme da Guerra Domingos de 24 anos morreu no parque aquático Wetn Wild em Itupeva SP ao mergulhar para recuperar aliança de turista Foto Reprodução

De acordo com o boletim de ocorrência, Guilherme foi sugado pelo sistema de drenagem da piscina, ficou preso no fundo e acabou se afogando. Ao perceberem que o colega demorava para voltar à superfície, outros salva-vidas entraram na água, conseguiram retirá-lo e iniciaram os primeiros socorros ainda no local.

Equipes do Serviço de Urgência e Emergência da Secretaria de Saúde também foram acionadas e prestaram atendimento. O jovem chegou a ser levado ao Hospital Municipal Nossa Senhora Aparecida, mas não resistiu e morreu pouco tempo depois.

Segundo informações repassadas pelo parque à polícia, Guilherme trabalhava no Wet’n Wild havia pouco mais de dois anos e, em outubro de 2025, havia sido promovido a líder da equipe de salva-vidas. O parque informou ainda que a piscina da atração não possui ralo tradicional, e que o sistema hidráulico funciona por meio de drenos laterais, posicionados em sentido oposto à saída dos toboáguas.

Em nota, a Prefeitura de Itupeva afirmou que o parque está com toda a documentação regular. “Esclarecemos ainda que o Habite-se de cada atração foi apresentado e está válido, assim como o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), que também se encontra dentro do prazo de validade”.

Parque fechado e despedida

Nesta quarta-feira (14), o Wet’n Wild comunicou pelas redes sociais que o parque permanece fechado. A empresa lamentou a morte do colaborador, destacou que ele atuava como líder do setor de salva-vidas e informou que está prestando apoio à família, além de colaborar com as investigações.

O corpo de Guilherme foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí. Após a liberação, ele foi velado e sepultado nesta quarta-feira (14), em Bragança Paulista, no interior de São Paulo.

Mariana Neves Barabás
Radialista recém formada em Rádio, TV e Internet pela Anhembi Morumbi. Apaixonada por comunicação e produção de conteúdo de qualidade.

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