Influenciadora está detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, e é investigada por suspeitas de lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. Defesa alegou que as movimentações financeiras se referem a honorários advocatícios e pediu prisão domiciliar, mas o tribunal negou os pedidos.
Por Redação do Diário do Povo
Brasília, 22 de outubro de 2026 – O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, na quarta-feira (21), dois habeas corpus apresentados pela defesa de Deolane Bezerra e manteve a prisão preventiva da influenciadora.
Ela está detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, enquanto é investigada por suspeitas de lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.
Os Pedidos da Defesa
Em um dos pedidos, os advogados questionaram os fundamentos da prisão e solicitaram a liberdade ou a substituição da medida por cautelares, incluindo prisão domiciliar.
A defesa argumentou que as movimentações financeiras investigadas seriam referentes a honorários advocatícios e citou o fato de Deolane ser mãe de uma criança menor de 12 anos. O ministro entendeu que não havia ilegalidade evidente que justificasse conceder a medida.
O segundo habeas corpus pedia a transferência da influenciadora para uma Sala de Estado-Maior, em razão de sua atuação como advogada, ou a concessão de prisão domiciliar.
Análise do STJ
A defesa apresentou relatórios sobre as condições da unidade prisional, mas o STJ considerou que os documentos não demonstravam irregularidade que justificasse a mudança.
As decisões não representam condenação criminal, e as suspeitas seguem sob investigação.









Comentários