Jonatá de Jesus Batista é acusado de feminicídio contra Jeane Cristina Mattes Batista, de 43 anos, no dia do aniversário do filho mais velho. Nove dias antes do crime, ele escreveu nas redes sociais que “os religiosos são mais perigosos que os demônios”.
Por Redação do Diário do Povo
Americana, SP, 13 de outubro de 2026 – A Justiça de São Paulo decidiu manter preso o pastor Jonatá de Jesus Batista, acusado de matar a ex-esposa, Jeane Cristina Mattes Batista, de 43 anos, no aniversário do filho mais velho, em Americana, no interior paulista. O feminicídio aconteceu no domingo (11).
A decisão de manter o pastor preso foi proferida nesta segunda-feira (12), dia seguinte ao crime. Procurado, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) confirmou que converteu a prisão em flagrante para preventiva. O pastor será transferido a um presídio da região e permanecerá preso até o julgamento.
Publicações nas Redes Sociais
Nove dias antes do crime, Jonatá escreveu em uma rede social que “os religiosos são mais perigosos que os demônios”.
Jonatá se dizia “pastor itinerante” nas redes sociais. Ele tinha perfis no Facebook, Instagram e um canal no YouTube. Neles, publicava vídeos de cultos e mensagens com reflexões religiosas. Entre elas, a de que “os religiosos são mais perigosos que os demônios”.
Igreja se Pronuncia
Nas redes sociais, a Igreja Manjedoura de Cristo disse que o pastor não faz parte de nenhum quadro ou atividade da igreja desde 2 de março de 2024.
“Desde essa data, ele não integra o corpo pastoral, o quadro de membros ou qualquer atividade da Manjedoura”, informou.
Além disso, a igreja se colocou à disposição das autoridades. “Reafirmamos o nosso compromisso com a proteção da vida, dignidade e integridade de todas as pessoas, em especial das mais vulneráveis”, finalizou.
Investigação
O caso segue sob investigação da Polícia Civil. O pastor permanece preso preventivamente e responderá por feminicídio. Novas informações podem ser divulgadas ao longo das apurações.









Comentários