Coordenador de campanha do presidente, Camilo Santana, afirmou que o petista aceitou todas as exigências feitas pelo senador para abrir os dados bancários e telefônicos de ambos e de suas famílias.
Por Redação do Diário do Povo
Brasília, 22 de outubro de 2026 – Após o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, impor uma série de condições para abrir os sigilos bancários e telefônicos dele e de sua família, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição se manifestou. De acordo com o coordenador de campanha, Camilo Santana, Lula aceitou todas as exigências feitas pelo senador.
Entenda a Disputa
A troca de exigências começou após Lula protocolar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF) uma autorização para abrir seus sigilos dos últimos oito anos, incluindo os de sua esposa, Janja, e de seus cinco filhos. A medida, no entanto, estava condicionada a que Flávio fizesse o mesmo em relação a si e aos seus familiares.
Em resposta, Flávio afirmou que aceitaria o desafio, mas impôs condições, como a abertura do sigilo telefônico de Marcola, ex-chefe de gabinete da Presidência, a divulgação dos gastos do cartão corporativo e das despesas de Janja, a abertura do sigilo do Instituto Lula e a divulgação de informações sobre reuniões entre o presidente e o banqueiro Daniel Vorcaro.
O Aceite de Lula
Com a manifestação de Camilo Santana, a campanha petista sinaliza que Lula está disposto a cumprir todas as exigências para que a quebra de sigilos ocorra de forma recíproca. A expectativa agora é de que os documentos sejam formalizados e entregues às autoridades competentes antes do segundo turno, marcado para o próximo domingo (25).
A ofensiva ocorre em um momento decisivo da campanha, com os candidatos trocando acusações sobre transparência e tentando desgastar a imagem do adversário junto ao eleitorado.









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