SALVADOR — Os desdobramentos judiciais relacionados ao feminicídio da bancária Selma Regina Vieira da Silva seguem mobilizando familiares, entidades de classe e o meio jurídico. O principal acusado no processo é seu então marido, o tabelião Éden Márcio Lima de Almeida.
O caso voltou a ganhar destaque em decorrência das movimentações e recursos que tramitam nas instâncias do Judiciário brasileiro.
RELEMBRE O CASO
Selma Regina morreu em abril de 2019 após dar entrada em uma unidade hospitalar com graves lesões decorrentes de agressões. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) ofereceu denúncia por feminicídio contra o tabelião.
Desde a denúncia formal, a defesa do réu e a acusação têm travado embates processuais quanto às medidas cautelares e ordens de prisão.
CLIMA DE COBRANÇA E EXPEDIENTE JUDICIAL
Organizações de defesa dos direitos da mulher, como a Comissão da Mulher Advogada da OAB, acompanham o caso de perto, defendendo o devido processo legal e o rigor na responsabilização de crimes de violência de gênero.
O andamento das petições e os habeas corpus analisados pelas instâncias superiores continuam sendo objeto de acompanhamento atento pela opinião pública e veículos de imprensa.








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