SÃO PAULO (SP) — A Polícia Civil cumpriu o mandado de prisão temporária contra Nicolas Archanjo Silva, de 21 anos, apontado como líder de um grupo no Telegram investigado por praticar e divulgar crimes graves no ambiente virtual. A prisão ocorreu na capital paulista após ordem expedida pela Justiça.
O suspeito é investigado por estupro de vulnerável, exploração sexual, incentivo à automutilação e coação.
Investigação e Dinâmica do Crime
De acordo com os autos do processo obtidos pela coluna de Alfredo Henrique, no portal Metrópoles, a vítima — uma adolescente de 16 anos — foi atraída até a residência do investigado, onde ingeriu uma bebida oferecida por ele que reduziu sua capacidade de reação. Desacordada, a jovem foi submetida a agressões físicas, violência sexual e queimaduras com cigarro.
Os abusos foram gravados em vídeo e compartilhados em canais do aplicativo de mensagens por meio de uma prática denominada pelo grupo como “explanação”. A Justiça fundamentou a prisão na necessidade de preservar as investigações e interromper a sequência de ameaças e constrangimentos impostos à vítima.









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