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BRASÍLIA (DF) — O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou as Diretrizes Orientadoras da Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, estabelecendo um marco regulatório inédito para o uso de tecnologias de IA em escolas de educação básica e instituições de ensino superior de todo o país.

O documento busca criar um parâmetro nacional que garanta o uso ético, seguro e pedagogicamente responsável das novas ferramentas tecnológicas, servindo de guia tanto para a rede pública quanto para as instituições privadas.

Supervisão Humana, Transparência e Limites Pedagogia

As novas normas reforçam que a inteligência artificial deve atuar como uma ferramenta complementar de apoio ao aprendizado e ao planejamento docente, sendo terminantemente proibida a substituição da figura do professor ou a automação total de processos avaliativos e pedagógicos.

Entre os pilares centrais aprovados pelo CNE estão a obrigatoriedade da transparência (com a exigência de identificação clara quando conteúdos forem gerados por IA), a garantia de proteção de dados e privacidade dos estudantes e o banimento do uso automatizado de IA para correção de avaliações dissertativas ou de processo formativo. As diretrizes agora seguem para os trâmites finais do Ministério da Educação (MEC).

Camilla Arisa Hasebe
Publicitária formada em Técnico em Informática (SENAI) e Publicidade e Propaganda com Ênfase em Marketing (UNOPAR). Transforma ideias em soluções criativas que unem design, estratégia e inovação digital. Une o raciocínio lógico à sensibilidade criativa para desenvolver projetos.

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