0

SÃO PAULO (SP) — Um conjunto de manobras operacionais estratégicas foi determinante para evitar que o Sistema Cantareira, principal conjunto de reservatórios de água da Região Metropolitana de São Paulo, voltasse a se aproximar dos níveis críticos da reserva técnica, conhecida como “volume morto”.

A informação, detalhada em reportagem do portal Metrópoles, destaca a complexidade do manejo hídrico durante os períodos de menor índice pluviométrico.

ESTRATÉGIA E REMANEJAMENTO DE RECURSOS

Para conter o avanço da queda no nível útil dos reservatórios, os técnicos responsáveis pela gestão hídrica realizaram a transferência de água de outros sistemas integrados e ajustaram a pressão e a distribuição de vazão para diferentes setores da capital e municípios vizinhos.

Essas intervenções permitiram aliviar a pressão direta sobre o Cantareira, estabilizando os volumes até que os fluxos pluviométricos voltem a recompor as represas.

ALERTA SOBRE O CONSUMO CONSCIENTE

Apesar das manobras bem-sucedidas em afastar o cenário mais drástico de racionamento generalizado, os órgãos de monitoramento ambiental mantêm a recomendação para que a população adote hábitos de uso racional da água.

A resiliência dos sistemas de abastecimento frente a eventos climáticos extremos continua sendo pauta central de debates entre gestores públicos e especialistas em recursos hídricos.

Jessica Machado
Bacharel em Direito e jornalista, apaixonada por comunicação e por contar histórias que fazem a diferença.

Você também pode gostar

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais em Atualidades